sexta-feira, 30 de novembro de 2012

BODÓ CONQUISTA O SELO UNICEF PELA TERCEIRA VEZ

E mais uma vez o Município de Bodó é ganhador do prêmio Selo Unicef..
O Selo UNICEF Município Aprovado é um reconhecimento internacional do UNICEF pelos esforços dos municípios em diminuir a mortalidade infantil, ampliar o acesso à educação
, saúde e proteção, ajudando o Brasil a vencer o desafio de fazer com que os Objetivos do Milênio alcancem cada criança e a cada adolescente brasileiros.



PARABÉNS A BODÓ E A TODOS OS MUNICIPIOS QUE CONSEGUIRAM ESSA CONQUISTA TÃO IMPORTANTE!!!

MUITO IMPORTANTE ESSA NOTICIA


27 de novembro de 2012, às 16h16min

Revista EXAME destaca investimento de 4 milhões de dólares no setor mineral do RN

Por Assessoria de Imprensa Sedec
A edição número 23 da revista Exame, em circulação nessa quinzena, traz matéria especial com destaque para investimento de 4 milhões de dólares na exploração de tungstênio (scheelita) no município de Bodó, região Seridó do Rio Grande do Norte, a 188 quilômetros de Natal. O investimento está sendo administrado pelo fundo FKG (Farallon Krepel Goldberg) e a expectativa é que o capital seja multiplicado por 18 até 2020.

A reportagem é um perfil do investidor Daniel Goldberg, 36 anos, que já foi advogado, perseguiu cartéis no governo Federal quando foi titular da Secretaria de Direito Econômico, em 2003, por indicação do ministro da Justiça, Marcio Thomaz Bastos,presidiu o banco de investimento Morgan Stanley e, agora, Daniel Goldberg está em sua quarta carreira em mais este negócio e administrando o FGK, fundo de 1 bilhão de dólares.  

Para descobrir a potencialidade do minério localizado em Bodó, um time de especialistas pesquisou a quantidade de tungstênio presente nas dunas da região e confirmou a viabilidade econômica do projeto. Os recursos destinados à exploração já começaram a ser investidos e a ideia é aproveitar a euforia em torno da busca por terras raras e outros minérios cuja demanda vem sendo impulsionada pela China.

Na análise do fundo, o fato da China ser o maior produtor mundial com alto consumo de tungstênio o minério está faltando no mercado. Administrador do FKG, o advogado Daniel Goldberg, acredita que essa é a oportunidade para ganhar dinheiro com o minério, uma vez que o preço do tungstênio subiu dez vezes na última década.

Para o secretário do Desenvolvimento Econômico, Silvio Torquato, o setor mineral do RN vive um momento positivo de atração de investimentos. O RN tem que aproveitar a oportunidade e a perspectiva para ampliar cada vez mais as oportunidades do setor mineral. O Governo trabalha para dar todas as condições para os investidores se sentirem bem recebidos e terem um ambiente propício para os negócios.

Com um capital de 1 bilhão de dólares, o FKG é um fundo dedicado a colocar dinheiro nos chamados investimentos exótico  projetos que não são atendidos por bancos nem pelos fundos de investimentos tradicionais - no Brasil e em outros países da América Latina.

MINERAÇÃO
No atual governo, o Rio Grande do Norte voltou para o mapa da mineração do Brasil. A prova é que algumas fábricas e minas já estão em plena atividade no interior e a perspectiva é que este segmento coloque o RN em destaque no cenário nacional.

Já foram instaladas seis novas indústrias. Em Santana do Seridó, a Prime Mineração, a Casa Grande Mineração, em Parelhas, em Apodi, a Limestone do Brasil. A Mineração Currais Novos, naquela cidade. A Mineradora Nosso Senhor do Bonfim, em Lajes e a Mizu Cimentos, que está dinamizando a economia na região de Baraúna.

Até o final de 2014 serão mais de R$ 2 bilhões em investimento no setor da mineração do RN.

Por Assessoria de Imprensa Sedec
A edição número 23 da revista Exame, em circulação nessa quinzena, traz matéria especial com destaque para investimento de 4 milhões de dólares na exploração de tungstênio (scheelita) no município de Bodó, região Seridó do Rio Grande do Norte, a 188 quilômetros de Natal. O investimento está sendo administrado pelo fundo FKG (Farallon Krepel Goldberg) e a expectativa é que o capital seja multiplicado por 18 até 2020.

A reportagem é um perfil do investidor Daniel Goldberg, 36 anos, que já foi advogado, perseguiu cartéis no governo Federal quando foi titular da Secretaria de Direito Econômico, em 2003, por indicação do ministro da Justiça, Marcio Thomaz Bastos,presidiu o banco de investimento Morgan Stanley e, agora, Daniel Goldberg está em sua quarta carreira em mais este negócio e administrando o FGK, fundo de 1 bilhão de dólares.  

Para descobrir a potencialidade do minério localizado em Bodó, um time de especialistas pesquisou a quantidade de tungstênio presente nas dunas da região e confirmou a viabilidade econômica do projeto. Os recursos destinados à exploração já começaram a ser investidos e a ideia é aproveitar a euforia em torno da busca por terras raras e outros minérios cuja demanda vem sendo impulsionada pela China.

Na análise do fundo, o fato da China ser o maior produtor mundial com alto consumo de tungstênio o minério está faltando no mercado. Administrador do FKG, o advogado Daniel Goldberg, acredita que essa é a oportunidade para ganhar dinheiro com o minério, uma vez que o preço do tungstênio subiu dez vezes na última década.

Para o secretário do Desenvolvimento Econômico, Silvio Torquato, o setor mineral do RN vive um momento positivo de atração de investimentos. O RN tem que aproveitar a oportunidade e a perspectiva para ampliar cada vez mais as oportunidades do setor mineral. O Governo trabalha para dar todas as condições para os investidores se sentirem bem recebidos e terem um ambiente propício para os negócios.

Com um capital de 1 bilhão de dólares, o FKG é um fundo dedicado a colocar dinheiro nos chamados investimentos exótico  projetos que não são atendidos por bancos nem pelos fundos de investimentos tradicionais - no Brasil e em outros países da América Latina.

MINERAÇÃO
No atual governo, o Rio Grande do Norte voltou para o mapa da mineração do Brasil. A prova é que algumas fábricas e minas já estão em plena atividade no interior e a perspectiva é que este segmento coloque o RN em destaque no cenário nacional.

Já foram instaladas seis novas indústrias. Em Santana do Seridó, a Prime Mineração, a Casa Grande Mineração, em Parelhas, em Apodi, a Limestone do Brasil. A Mineração Currais Novos, naquela cidade. A Mineradora Nosso Senhor do Bonfim, em Lajes e a Mizu Cimentos, que está dinamizando a economia na região de Baraúna.

Até o final de 2014 serão mais de R$ 2 bilhões em investimento no setor da mineração do RN.

quarta-feira, 28 de novembro de 2012




          

ESCOLA M. MANOEL CATARINO FILHO-BODÓ/RN REALIZOU O I EXPOR ARTES

 A Escola Municipal Manoel Catarino Filho da comunidade de Ponta de Linha, município de Bodó, tem a frente da direção, as pedagôgas: Lucimar Victor Oliveira Assunção e Maria Gilvanuza da Silva, a Escola desenvolveu na penúltima semana de novembro um projeto que envolveu todo o alunado, professores e comunidade em geral. O Projeto denominado: ARTE E APRENDIZAGEM, EXPLORANDO HABILIDADES ARTISTICAS NA VALORIZAÇÃO DA CULTURA, foi encerrado no dia 24 com a apresentação dos trabalhos dos alunos na "I EXPOR ARTES". Durante a manhã e tarde a escola ficou colorida com os belíssimos trabalhos dos alunos, e recebeu vários visitantes, todos puderam prestigiar algumas apresentações culturais, exposições artísticas e demais diversidades. O Evento contou com a presença da Secretária de educação Alesandra Dantas e de toda equipe das escolas da sede e das comunidades rurais do munícipio de Bodó e da cidade de Lagoa Nova-RN. O PROJOVEM ADOLESCENTE da comunidade Rural também teve participação com a exposição dos seus artesanatos.
 Valeu o esforço e a dedicação da coordenação da referida escola junto a professores e  alunos  da mesma que realizaram com sucesso o evento. Um povo sem cultura é povo sem história, e a nossa cultura se faz presente através do conjunto de manifestações artísticas, que podemos vivenciar no comportamento do nosso povo. Parabéns a todos que compõem a Escola Manoel Catarino Filho de Bodó.





Confira na fotos:
Alunos do Turno matutino apresentando seus trabalhos

Mural de Fotos de eventos realizados pela EMMCF.
Alunos que apresentavam a maquete da Escola Manoel Catarino
Artesanatos do PROJOVEM ADOLESCENTE - ZONA RURAL
Professores Carlos e Assis, diretora e vice Lucimar e Nilda, Monitores do PROJOVEM Fátima e Hernandes.
Sala de dobraduras
Artesanatos do PROJOVEM
Artesanatos do PROJOVEM
Sala das Pinturas e homenagem a Romero Britto
Trabalhos em gesso feitos pelos alunos
Coral diferente, Sinais para deficiente auditivos. Muito bonito!
Público
Ballet do Manoel Catarino
Pinturas em homenagem a Romero Britto
Panelas de barro pintadas pelos alunos.
Fotos: Clésio Dantas.

segunda-feira, 26 de novembro de 2012

NOSSOS PARABÉNS !!!

E quem mudou de idade neste domingo (25), foi o futuro Prefeito de Bodó, o Sr. francisco Santos de Souza ( Tinhá). Ele que no próximo dia 17 de dezembro estará recebendo a diplomação de Prefeito do município de Bodó no biênio 2013 a 2016, e estará sendo empossadodia 1° de janeiro junto aos Parlamentares eleitos, e iluminados por Deus que é realmente quem está acima de todos nós, estarão juntos e unidos, trabalhando na busca do desenvolvimento contínuo de Bodó.

 Parabenizamos o nosso amigo Tinhá e  compartilhamos o desejo de que ele possa ter muitos anos de vida, abençoados e felizes, e que estes dias futuros sejam todos de harmonia, paz e desejos realizados.

Jesus tem iluminado os passos dos que verdadeiramente CONFIAM NELE!!!

Saúde, sabedoria, disponibilidade e perseverança para driblar todos os obstáculos que possam surgir e FÉ em DEUS sempre...

PARABÉNS!!!

segunda-feira, 19 de novembro de 2012


Projeto de lei prevê inclusão de cidadania moral e ética e ética social e política nos já inchados currículos dos ciclos fundamental e médio de ensino

Um projeto de lei aprovado na quarta-feira pelo Senado prevê a inclusão de disciplinas de cidadania moral e ética e ética social e política nos currículos dos níveis fundamental e médio de ensino. O texto, de autoria do senador Sergio Souza (PMDB-PR), propõe alteração na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional e segue para análise na Câmara dos Deputados.

Deputados querem aprovar Orçamento de 2013 antes do Natal

A pouco mais de um mês para o Congresso Nacional entrar em recesso, o parecer preliminar do Orçamento Geral da União de 2013 (OGU) ainda não foi votado na Comissão Mista de Orçamento (CMO). A demora na apreciação pode atrasar a votação final da proposta orçamentária do ano que vem. Para acelerar o processo, o presidente da comissão, deputado Paulo Pimenta (PT-RS), convocou sete reuniões entre terça-feira e quarta-feira da próxima semana.

A expectativa dos parlamentares é conseguir finalmente aprovar o parecer preliminar do senador Romero Jucá (PMDB-RR), para que seja aberto o prazo para apresentação das emendas ao texto. Poderão ser apresentadas emendas individuais, de comissões e de bancadas. Depois, todas essas emendas deverão ser divididas para serem apreciadas por relatores setoriais de diversas áreas.

Os relatores setoriais serão encarregados de subsidiar o relator geral com sugestões de investimentos em diversas áreas, tais como agricultura, educação, saúde, entre outros. Por isso, os relatórios deles devem ser apreciados e votados antes que o relator Romero Jucá produza seu parecer final. Tudo isso deveria acontecer até o dia 18 de dezembro, quando está previsto o início do recesso legislativo no Congresso.

Os parlamentares (deputados e senadores), entretanto, já admitem que poderão precisar prorrogar o prazo para 21 de dezembro porque não será possível concluir tudo a tempo. Para isso, eles trabalham com a hipótese de acelerar os trabalhos de apreciação da proposta orçamentária para que ela seja aprovada na comissão e no plenário do Congresso Nacional antes do Natal. Se isso não ocorrer, a presidenta Dilma Rousseff poderá iniciar o terceiro ano de seu mandato sem ter o Orçamento de 2013 aprovado.

Paralelamente ao trabalho em torno da proposta orçamentária, os parlamentares do Comitê de Avaliação das Informações sobre Obras e Serviços com Indícios de Irregularidades Graves (COI) ainda precisam emitir um parecer sobre a recomendação do Tribunal de Contas da União (TCU) de que devem ser suspensos os repasses de recursos públicos para 22 obras do governo federal. Na avaliação do TCU, esses empreendimentos têm indícios de irregularidades graves e devem ser paralisados para que os problemas sejam sanados.

Como os ministros do TCU fazem uma avaliação puramente técnica sobre os problemas nas obras públicas, cabe aos parlamentares a decisão política sobre a suspensão do repasse de verba para os empreendimentos
.

Nelter Queiroz passou o feriadão em Cerro Corá/RN

O deputado estadual Nélter Queiroz (PMDB) passou o final de semana na pousada colina dos Flamboyants em Cerro Corá/RN, Nelter que está afastado da Assembleia Legislativa. desta 16 de outubro, e no seu lugar está assumindo , o advogado Kelps Lima (PR).
Aproveito o feriadão para desfrutar do clima agradável e tranquilo de Cerro Corá. ele aproveitou para rever alguns amigos por aqui, só não encontrou o prefeito e o vice eleitos que viajaram.
DJ Aildo.

ESSA É DE LASCAR. MINISTÉRIO DA SAÚDE SUSPENDE REPASSE DE 30 MUNICÍPIOS DO RN

O Ministério da Saúde suspendeu nesta sexta-feira(16) o repasse de recursos destinados à área de vigilância sanitária para 1.421 municípios que não abasteceram regularmente o Sistema de Informação Ambulatorial. Cerro Corá,Bodó e Lagoa Nova estão fora desta relação.
No Rio Grande do Norte, 30 municípios serão atingidos pela suspensão de repasses. A portaria publicada no Diário Oficial da União estabelece a mesma punição para 89 cidades que não cadastraram serviços de vigilância sanitária no Sistema de Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde. 
A verba que ficou retida é referente ao terceiro quadrimestre de 2012. Para recuperá-la, os municípios devem atualizar as informações nos sistemas do Ministério da Saúde, que repassará os recursos no mês seguinte ao da regularização.
A suspensão dos repasses é usada pelo Ministério da Saúde como forma de garantir a aplicação correta dos recursos e a prestação de contas das cidades. A suspensão só é feita quando os municípios atrasam o preenchimento das informações obrigatórias por pelo menos dois meses consecutivos.
De acordo com o anexo II da portaria publicada no DOU desta sexta-feira(16), o Rio Grande do Norte conta com 30 municípios com informações irregulares no Sistema de Informações Ambulatoriais do SUS. São eles: Afonso Bezerra, Alto do Rodrigues, Antônio Martins, Canguaretama, Caraúbas, Carnaubais, Coronel Ezequiel, Espírito Santo, Governador Dix-Sept Rosado, Ipueira e Jaçanã. 
Estão incluídos ainda as cidades de Jardim de Angicos, João Dias, Jundiá, Lagoa de Velhos, Martins, Olho-D'Água dos Borges, Passagem, Pedra Grande, Pedro Avelino, Portalegre, Presidente Juscelino, Serra de São Bento, Serra do Mel, Sítio Novo, Taipu, Triunfo Potiguar, Umarizal, Várzea e Vila Flor.
Dj Aildo

Governo quer R$ 31 milhões para projetos contra a seca

A Tribuna do Norte também destaca que o Governo do Estado apresentou ao Ministério da Integração Nacional e à Fundação Nacional de Saúde (Funasa) projetos para combate à seca e melhorias no abastecimento d´agua em sete municípios potiguares. A soma de recursos necessários é de R$ 31 milhões. Os projetos beneficiarão Felipe Guerra, Encanto, Governador Dix-sept Rosado, Portalegre, Jandaíra, Jardim de Piranhas e São João do Sabugi.
Segundo informações da assessoria da Caern, os projetos são para a construção de novos poços, subadutoras e adutoras e programas de assistência imediata aos atingidos pela seca, como  pagamento de bolsa estiagem e crédito para o sustento dos animais. A assessoria informou, ainda, que de acordo com o secretário Gilberto Jales, os recursos serão liberados por meio do PAC Prevenção (Seca).
Entre as obras previstas, está a ampliação do sistema de abastecimento de água da cidade de Encanto, orçado em R$ 1,1 milhão. Haverá também a implantação da sub-adutora para o sistema de abastecimento de água de Felipe Guerra, originada do sistema adutor Apodi/Mossoró, com recurso da ordem de R$ 1,2 milhões.
Também está prevista a implantação da sub-adutora para melhorar o fornecimento de água na cidade de Governador Dix-Sept Rosado, também com origem no sistema adutor Apodi/Mossoró. Esta obra foi orçada em R$ 2,9 milhões. Em Portalegre, a Caern vai ampliar o sistema de abastecimento de água, com a previsão de investimento de R$ 2,7 milhões.
Outra sub-adutora vai ser implantada para reforçar o sistema de abastecimento de água de Jandaíra, na região do Mato Grande, com orçamento de R$ 8,7 milhões e captação no Sistema Adutor do Boqueirão. Entre os projetos apresentados estão a ampliação do sistema de abastecimento de água de Jardim de Piranhas, orçado em R$ 10,6 milhões e de São João do Sabugi, onde a Caern vai aplicar R$ 3,9 milhões.
Robson Pires

terça-feira, 13 de novembro de 2012

ENTREVISTA COM O EMPRESÁRIO MARCELO FILHO SOBRE AS MINERAÇÕES

"O governo poderia priorizar a concessão de licenças"
 


Depois de registrar um avanço de 417,3% na publicação de alvarás de pesquisa no Departamento Nacional de Pesquisa Mineral (DNPM) e subir seis posições no ranking nacional nos últimos nove anos, o Rio Grande do Norte deu mais um passo rumo ao topo do ranking e passou da 11ª colocação para a 9ª, considerando o número de alvarás publicados entre janeiro e maio de 2012. A quantidade de autorizações concedidas para quem quer pesquisar minério - os alvarás de pesquisa - serve de termômetro e mostra que a atividade está aquecida no estado. "Nosso solo é muito rico", justifica Marcelo Porto Filho, diretor da Metasa e presidente (licenciado) do Sindicato da Indústria da Extração de Metais Básicos e de Minerais Não Metálicos do Rio Grande do Norte - Marcelo deixou a presidência do sindicato para concorrer a eleição. Mas ainda há muitas pedras no caminho, reconhece o empresário. Falta de mão de obra qualificada e demora na concessão de licenças inviabilizam projetos e atrapalham o setor. As mudanças no Código Mineral, ainda em discussão, também preocupam. Marcelo concedeu entrevista à TRIBUNA DO NORTE pouco antes de se licenciar. Mário Tavares de Oliveira Neto, atual presidente, acompanhou a entrevista de perto e fez alguns apontamentos. Eles comentam as dificuldades enfrentadas pelo setor, apontam saídas e fazem projeções.
Aldair DantasMário Tavares de Oliveira Neto: carga tributária é outra preocupaçãoMário Tavares de Oliveira Neto: carga tributária é outra preocupação

O setor enfrentou uma crise entre 1989 e 2004. O que diferencia o cenário atual do anterior?
Marcelo Porto Filho: O comportamento da China, essencialmente. O mercado está comprando bastante. A China, que detinha 90% do mercado, produzia 100% do que precisava. Não importava, porque produzia o suficiente para suprir sua demanda. Hoje, a China está comprando. O país não pode mais produzir como produzia devido a questões ambientais.

Então, o que ocasionou a crise no Estado foi a falta de mercado comprador e esse já não seria o problema...
Marcelo Porto Filho: Isso. Como não havia quem comprasse, reduzimos a produção a praticamente zero. A única área que continuou produzindo foi a nossa, em Bodó.

Quantas minas existiam na época?
Marcelo Porto Filho: Muitas. Eram 20 só de scheelita. Currais Novos chegou a empregar 10 mil pessoas.

E dessas 20 só ficou uma?
Marcelo Porto Filho: Só ficou uma, em Bodó. As minas se espalhavam entre Currais Novos, São Tomé, Bodó e Lajes. Fecharam praticamente todas.

E o número de pessoas empregadas passou para quanto?
Marcelo Porto Filho: Setenta, no máximo.

A crise pode voltar ou isso não preocupa, pelos menos não num primeiro momento?
Marcelo Porto Filho: Por enquanto não preocupa. O momento é positivo e as expectativas são boas a longo prazo.

O fantasma da crise já não ronda o setor?
Marcelo Porto Filho: Por enquanto, não.

Em 2011, o número de alvarás de pesquisa publicados no Departamento Nacional de Pesquisa Mineral no RN bateu recorde. O que motivou este avanço, na ótica do sindicato?
Marcelo Porto Filho: O Rio Grande do Norte sempre produziu minério. Isso é tradição. Quando o mercado voltou a comprar, as empresas correram para requerer área aqui. Uma das preocupações do sindicato é tentar firmar uma parceria junto ao DNPM para dar  suporte para o pequeno produtor. Hoje, praticamente 80% das áreas do RN estão requeridas por grandes empresas.

O que seria preciso para aumentar a participação dos micro e pequenos no processo?
Marcelo Porto Filho: Agilizar a concessão das licenças ambientais. A gente vem tentando amenizar este problema. Hoje, os órgãos ambientais demoram até seis meses para conceder as licenças, o que inviabiliza alguns projetos.

Apoiando o micro e pequeno, você acredita que este percentual subiria?
Marcelo Porto Filho: Creio que sim.

Oitenta por cento das áreas requeridas estão nas mãos de grandes empresários. Quantos porcento estão na mão de empresários estrangeiros ou com empresas de capital estrangeiro?
Marcelo Porto Filho: Perto de 100%. A vantagem é que essas empresas empregam mão de obra local.

A concentração das jazidas nas mãos de estrangeiros ou empresas de capital estrangeiro não seria negativa?
Marcelo Porto Filho: Não. Eles estão melhorando a qualidade de vida da população, de qualquer forma.

Importante seria se o brasileiro tivesse as mesmas oportunidades...
Marcelo Porto Filho: Isso mesmo.
Mário Neto: Nós precisamos, na verdade, verticalizar nossa produção como a China fez. A gente só faz produzir matéria prima, sem agregar valor nem conhecimento. Essas empresas estrangeiras não estão interessadas em verticalizar a produção aqui, só no país de origem delas.

Estamos assistindo a reabertura de várias minas. Saberia dizer quantas retomaram as atividades nos últimos anos?
Marcelo Porto Filho: São muitas. Não saberia dizer quantas.

Em entrevista concedida à Tribuna do Norte, no início do ano, o coordenador estadual de Desenvolvimento Mineral, Fábio Rodamillans, disse que os ventos sopram tão a favor do RN que mesmo que o Governo não fizesse nada, a mineração potiguar deslancharia. Você concorda? É isso mesmo ou não é bem assim?
Marcelo Porto Filho: O governo poderia priorizar a concessão das licenças. Dificuldades como essas levam muitas vezes o empresário a desistir ou a retardar o início da produção. Essa demora prejudica  quem está gerando emprego direto e indireto.

No início do ano, a Tribuna do Norte entrevistou Otacílio Carvalho, mestre em Mineração Econômica pela Universidade de Brasília (UNB) e professor do curso de Geologia do IFRN. Ele apresentou uma visão diferente da apresentada pelo coordenador estadual de Desenvolvimento Mineral. Para Otacílio, o Estado perderia investimentos se não criasse condições favoráveis aos empresários da mineração. Você concorda com Otacílio?
Marcelo Porto Filho: O governo poderia melhorar a logística e a infraestrutura. Nós vemos as dificuldades que as empresas maiores, principalmente as que exploram ferro, enfrentam.
Mário Tavares: O Governo também poderia dar algum incentivo fiscal. Nossa carga tributária é muito alta. Como o empresário mineral vai disputar mercado em países com carga tributária menor?
Marcelo Porto Filho: Também estamos apreensivos com o que vai ocorrer com o Código de Mineração, que está sendo reformulado.

Já se sabe que mudanças ele sofrerá?
Marcelo Porto Filho: Não. Nós estamos bem apreensivos. Interessante seria ter acesso ao novo texto.

Então você teme que o novo texto traga alguma ameaça?
Marcelo Porto Filho: Não é bem uma ameaça.
Mário Tavares: Estão pensando em aumentar as taxas e a compensação financeira por extração mineral. Estão dizendo que estes 'royalties' são baixos. Se olhar só para ele, realmente é baixo, mas se você olhar a carga tributária, é alta. Além disso, conquista o direito de pesquisar a área quem requere primeiro, pela legislação em vigor. A nova legislação poderá determinar uma espécie de leilão.

Tipo quem oferece mais passa na frente?
Mário Tavares: Mais ou menos isso. Tipo leilão de petróleo.
Marcelo Porto Filho:  Estamos  apreensivos, porque isso pode  afastar os investidores estrangeiros.
 
Debater o texto seria até uma maneira de evitar problemas futuros. Temos que aproveitar o momento atual, que é favorável. Principalmente quem já passou pelo que nós passamos. Já pensou acontecer algo desfavorável? Acredita, então, que o RN pode perder investimentos se não criar condições favoráveis?
Marcelo Porto Filho: Sim. O estado só não corre um risco maior, porque nosso solo é muito rico. Mas se fosse só pelos incentivos, com certeza perderíamos.
Mário Tavares:  A indústria pode ir para qualquer lugar. Nós, do setor mineral, não. Quero deixar claro, porém, que o setor é beneficiado pelo Proadi. O incentivo, entretanto, poderia ser estendido a todas as empresas do ramo.

Segundo a Secretaria Estadual de Desenvolvimento Econômico (Sedec), o setor renderá R$ 1,5 bilhão ao RN até 2014. Sérgio Dâmaso, diretor geral do DNPM, fala em R$ 2 bilhões. Quanto o setor renderá ao estado até 2014, segundo o sindicato?
Marcelo Porto Filho: Se todas as empresas investirem o que estão dizendo que investirão, chegaremos a este número. Temos só em fase de implantação, cinco grandes projetos. Todos com investimento previsto acima de R$ 10 milhões.

Quantos são ao todo?
Marcelo Porto Filho: Não sei ao certo o número.

Os projetos citados serão executados em quanto tempo?
Marcelo Porto Filho: São todos projetos de curto prazo. De um a três anos.

Estamos vivendo, inclusive, a retomada da produção de ouro. A australiana Crusader retomou a produção de ouro em Currais Novos há pouco tempo....
Marcelo Porto Filho: Na verdade, o momento nunca esteve ruim para ouro.

O setor atualmente emprega quantas pessoas?
Marcelo Porto Filho: Em média, 2 mil pessoas empregadas diretamente.

Até 2014, este número deve subir quanto?
Marcelo Porto Filho: A previsão é que, no minimo, dobre até lá. Consideramos neste cálculo só os maiores projetos. Há uma série de empresas menores gerando emprego e renda no interior também. Num ano como esse, muitas pessoas deixam a agricultura e se dedicam a mineração.

As perspectivas são boas a longo prazo, como você disse. O que pode ajudar e o que pode atrapalhar?
Marcelo Porto Filho: A demora na concessão das licenças pode atrapalhar. Arrendei minha área e só consegui trocar a titularidade depois de esperar 120 dias, por exemplo. E o procedimento é simples.
Mário Tavares:  O Conema - Conselho Estadual de Meio Ambiente - classificou a mineração com atividade de alto impacto ambiental. Basta dizer que é mineração e qualquer projeto, independentemente do porte, é considerado de alto impacto. Nosso pleito é que o Conema altere isso, considerando não o setor, mas a dimensão do projeto. Até um garimpo cai nisso.

Você citou a dificuldade em contratar mão de obra qualificada. O sindicato sabe o tamanho do déficit no estado?
Marcelo Porto Filho: Não temos praticamente profissionais disponíveis no setor mineral. Nós fizemos uma conta por baixo e concluímos que o déficit atual é de 600 geólogos e engenheiros de Minas. Estamos pleiteando junto ao Senai novos cursos profissionalizantes para o setor mineral. As empresas chegam e exigem profissionais com qualificação, mas não temos aqui. Temos que trazê-los de fora.

Essa entrevista foi no dia 02/07/2012

Tribuna do Norte

"Tinha" arrecadou R$ 29,3 mil em Bodó

O prefeito eleito de Bodó, Francisco Santos de Souza (DEM), o "Tinha", informou à Justiça Eleitoral que a sua arrecadação para a campanha eleitoral importou em R$ 29.304. O maior volume de doação de recursos financeiros para a campanha majoritário, cerca de R$ 10 mil, veio do próprio partido do candidato, o Democratas. Ele mesmo se doou em R$ 7.613, enquanto o prefeito Francisco Avamar Alves participou com a doação de R$ 1.800 . Já o vice-prefeito eleito, José Enilson Assunção de Melo Lula fez uma doação de R$ 3.709. O restante dos recursos foi doado por outras 11 pessoas.

Campanha de Marcelo Porto Filho arrecadou R$ 58,8 mil em Bodó

Candidato derrotado nas eleições municipais de 7 de outubro, o minerador Marcelo Porto Filho apresentou à Justiça Eleitoral uma receita de de R$ 58.810. A maior parte dos recursos - R$ 45 mil -, foi oriunda de doações do seu partido, o PMDB, enquanto do próprio bolso saíram R$ 4.930. Já a Mineração Wolfran entrou com R$ 3.411 e a pessoa de Verlândia Oliveira de Araújo Porto participou com R$ 5.469.

Eleição de "Novinho" custou R$ 22 por cada voto obtido. E de Ana maria R$ 3

Em post anterior, o blog calculou que a campanha eleitoral do prefeito reeleito Raimundo Marcelino Borges, o "Novinho" tinha tido um custo por eleitor de pouco mais de R$ 9,00, levando-se em conta o eleitorado de 8.586 eleitores de Cerro Cora. Mas, quando se considera a votação obtida por ele, de 3.557 votos, o custo per capita da campanha eleva-se para R$ 22,89.

Com relação a ex-candidata da oposição, Ana Maria da Silva, o custo per capita da campanha que foi de R$ 1,09 com base no no contingente eleitoral do município, passou a ser de R$ 3,07, considerando-se o número de votos obtidos por ela: 3.050.

O cálculo baseou-se na receita financeira de cada candidato, apresentada à Justiça Eleitoral, que foi de cerca de 81,4 mil a de "Novinho" e R$ 9,3 mil a de Ana Maria.

Álvaro Melo tem a receita por voto mais alta da campanha. Zeca do PT a mais baixa

O blog fez uma conta sobre a receita financeira da campanha dos vereadores eleitos em Cerro Corá e, proporcionalmente à votação obtida por cada um, chegou a conclusão que o vereador Alvaro Melo (PMDB) foi o que apresentou a maior arrecadação per capita. Para cada voto de um total de 405 sufrágios, Melo arrecadou R$ 47,26, considerando também o fato de que ele ficou em quinto lugar na votação geral.

Reeleita vereadora, Maria das Graças Oliveira (PSD) foi a mais votada, tendo obtido 506 votos. No entanto, a sua receita per capita ficou em R$ 28,08, um pouco atrás do vereador Valderi Borges (DEM), que foi o segundo colocado das eleições, com 499 votos, mas sua receita per capita foi de R$ 33,91.

E levando em consideração a receita per capita, proporcionalmente aos 445 votos que recebeu, o decano vereador Manoel José de Maria (PMDB), apresentou o segundo maior valor arrecadado por eleitor - R$ 33,93. 

O novato Zeca do PT foi o candidato que captou o valor mais baixo de recursos, considerando o custo por eleitor, pois obteve 408 votos e a receita per capita ficou em 19,46. Evilásio Bezerra (PPS) captou R$ 19,98, tendo obtido 363 votos. 

Embora tivesse a menor votação entre os nove vereadores eleitos, com 352 sufrágios, a arrecadação per capita do vereador Aldin Maciel (DEM) foi de R$ 20,14, a terceira mais baixa. 

Receita per capita por 
votação de cada vereador 

Álvaro Melo (PMDB) - 405 votos / R$ 47,16
Manoel José de Maria (PMDB) - 445 votos / R$ 33,93
Valderi Borges (DEM) - 499 votos / R$ 33,91
Graça Oliveira (PSD) - 506 votos / R$ 28.08
Everaldo de Lima (DEM) - 462 votos  / R$ 26,51
Erinho Albuquerque (PTB) - 502 votos / R$ 23,57
Aldin Maciel (DEM) - 352 votos / R$ 20,14
Evilásio Bezerra (PPS) - 363 votos / R$ 19,98
José Medeiros  (PT) - 408 votos / R$ 19,46

Campanha do vereador eleito Álvaro Melo foi a de maior receita: R$ 19 mil

As prestações de contas dos candidatos a vereador eleitos em Cerro Corá, mostram que os candidatos da situação e que apoiaram a reeleição do prefeito Raimundo Marcelino Borges, o "Novinho", foram os que mais arrecadaram na campanha eleitoral deste ano.  O candidato que mais arrecadou foi o arquiteto Álvaro Melo, filho do vice eleito, João Batista de Melo Filho, com uma receita de R$ 19,14 mil.

Em segundo lugar, o vereador eleito que mais arrecadou foi o sobrinho do prefeito, "Valdinho" Borges, que informou à Justiça Eleitoral uma receita de R$ 16,92 mil. Já em terceiro lugar, aparece o reeleito vereador Manoel José de Maria, que afirmou ter arrecadado R$ 15 mil e em seguida a reeleita vereadora Maria das Graças Oliveira, que é mulher do secretário municipal de Administração, Adevaldo Oliveira. Ela arrecadou R$ 14,2 mil. Em quinto também vem outro vereador situacionista, Everaldo de Lima, com R$ 12,2 mil

O candidato eleito da oposição que mais arrecadou foi José Erivonaldo Albuquerque, o "Erinho", que declarou à Justiça Eleitoral uma receita de R$ 11,83 mil. Ai se seguem Zeca do PT, com R$ 7,9 mil; Evilásio Bezerra, R$ 7,2 mil e, finalmente, o vereador "Aldin", com R$ 7 mil.

Receita dos vereadores eleitos
Álvaro Melo (PMDB) – R$ 19.141,22
“Valdinho” Borges (DEM) – R$ 16.922,05
Manoel de Cláudio (PMDB) – R$ 15.101,00
Graça Oliveira (PSD) – R$ 14.209,00
Everaldo de Lima (DEM) – R$ 12.247,85
 “Erinho” Albuquerque (PTB) – R$ 11.833,67
Zeca do PT – R$ 7.941,01
Evilásio Bezerra (PPS) – R$ 7.251,50
Aldin Maciel ( DEM) – R$ 7.091,00
Fonte - TSE

Em Lagoa Nova, o prefeito eleito João Maria Assunção arrecada R$ 67,3 mil

Eleito prefeito de Lagoa Nova, João Maria Assunção arrecadou R$ 67.370 na campanha da chapa majoritária em Lagoa Nova. Somente o partido Democratas entrou com uma doação de R$ 25 mil, enquanto o prefeito Erivan de Souza Costa doou R$ 2 mil. Já a pessoa de Maria Lucinete de Medeiros realizou uma doação de R$ 13 mil. O próprio candidato doou R$$ 5.779, enquanto outras 15 pessoas participaram com o valor restante das doações.

Receita do candidato da oposição passa de R$ 100 mil em Lagoa Nova

Já a receita de campanha do candidato derrotado a prefeito de Lagoa Nova, Luciano Silva Santos, informou à Justiça Eleitoral que arrecadou R$ 105.737. Pelo menos 60% dos recursos vieram do seu partido, o PMDB, que doou R$ 70 mil. A construtora Cristal entrou com R$ 10.500; a Comercial Solar com R$ 5 mil e microempresa Leonardo Dantas de M. Lula ME com R$ 12 mil foram outros doadores importantes de recursos. O próprio candidato entrou com R$ 2.186 .